Quando eu leio autores norte-americanos (ou estadunidenses, para os mais puristas) entendo porque a maioria era de figuras arredias, solitárias, antissociais. Imagino Walt Whitman, Emily Dickinson, Edgar Allan Poe, Nathaniel Hawthorne, Bukowski olhando as pirações da sociedade na qual eles viviam e dizendo "Onde é que eu vim amarrar o meu bode??"
Está bem, a nossa também tem lá suas bizarrices, (algumas, vejam só, meras cópias das deles), mas é verdade que em matéria de doideira os americanos talvez só tenham um rival à altura, os japoneses.
Os EUA, segundo uma amiga minha nativa de lá, é uma espécie de tio chato do mundo, que só se garante no porrete para exacerbar sua esquizofrenia e vive escondendo o rombo do cartão de crédito e que para pagá-lo vai explorar os sobrinhos pobres. Mas, ainda segundo ela, a crise de agora é tão braba que o resto de massa cinzenta - algo complicado de existir para um americano médio - como diria o nosso saudoso Mussum "empirulitou-se"
Exemplo disso é o deputado da Flórida que ao invés de apresentar propostas eficazes para combater o desemprego (seria eleito lindamente no Brasil) diz que a melhor formar de reduzi-lo é voltar ao esporte de lançamento de anões. Isso, o mais complicado é imaginar que isso JÁ foi algo popular entre nos anos 80 em que os bebuns de Miami iam a clubes noturnos para ver os anõezinhos voarem como homens-bala (e arriscando-se a quebrar seus pescoços, com isso).
O nobre deputado diz que com tal emprego os anões podem ser felizes...
Por que o nobre deputado não trabalha de homem-bala?