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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Eu passo

Cientista acredita que seres humanos poderão viver mais de mil anos

Ah! A tal longevidade.
Há quem diga que o tempo passa rápido demais. Eu, particularmente, fico cansada do natal já em novembro, quando começo a desejar que o carnaval passe logo. Mil anos de vida acho que não me interessam.

Uma vida de mil anos... Conseguiríamos fazer como os hobbits, e abandonar a adolescência apenas depois dos trinta? Ou continuaríamos assim, crianças por 12 anos, adolescentes e jovens até os vinte e poucos, e depois o marasmo de 975 anos de vida adulta tediosa?

Nunca entendi bem a vantagem de ser um vampiro, que nunca morre. Mesmo sem envelhecer, qual o objetivo? Acho que a vida cansa, não importa a vitalidade e o sangue por beber. Além do que deve-se considerar outra coisa: a Terra mal aguenta o peso de uma humanidade nas circunstâncias atuais. Que planeta suportaria bilhões de matusaléns, reproduzindo mais matusalenzinhos??? O que as mulheres vaidosas fariam com suas rugas, e por quantas centenas de anos os velhos babões seguiriam assediando as jovenzinhas de, sei lá, duzentos anos???

Aos que se animam com o prospecto, podem viver mais de mil anos sozinhos. Meus planos incluem não assistir ao réveillon de 2100!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Com um "T" bem grande pra você

Manchete de Ontem: Cientistas redefinem o tédio

"Também não tenho nada de interessante pra fazer
[...]
Se eu não faço nada, não fico satisfeito
Eu durmo o dia inteiro e í não é direito"

Eu nunca pensaria no tédio como uma coisa séria assim, coisa para estudos científicos e tal. Sempre associei esse sentimento a quando não se tem nada para fazer e aos artistas do movimento romântico. Não me lembro se estavam sempre entediados, mas era essa a impressão que eu tinha quando lia sobre eles - mas não o que eles escreviam.

Há coisas que realmente precisam ser estudadas com mais profundidade, como outras dezenas de doenças, desvios, síndromes, comportamentos e afins. Quanto avanço científico já teria sido feito se a ciência desse a eles a devida atenção!

Entretanto, parte de mim acaba ficando com o pé atrás, porque se o TÉDIO é definido como

"Um estado aversivo de querer, mas ser incapaz do exercício de atividades satisfatórias."

porque não se tentar fazer as coisas de modo satisfatório? Me preocupa a entrega alheia quando as situações não são favoráveis. Será que não está faltando aí um tiquinho aí de força de vontade?

Parte de mim pensa: "se quero e me sinto incapaz, como posso me tornar capaz e atingir meus objetivos?". A despeito da reportagem, isso grita em mim porque talvez eu supervalorize o livre-arbítrio e essas coisas todas. Todavia, reconheço que muitas coisas (a serem estudadas pela ciência) que estão além do nosso alcance e poder.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

“Mais uma dose, é claro que eu tô afim”


Manchete de Ontem: Porque o álcool é bom pra você.

Mais uma dose - Gabriel, o pensador: http://www.youtube.com/watch?v=6MyXOvITPvw

Que tomar umas brejas com os amigos ou um vinho depois do almoço, relaxa que é uma beleza, não se pode negar. Mas se você pensa que parou aí, engana-se. Até que enfim descobriram os reais benefícios da biritinha nossa de cada dia!

Coisa que muito bebum sabia há séculos, hoje é confirmada cientificamente: o álcool conserva também seres humanos vivos!

Isso não é fantástico?! Se beber já era bom quando a gente era ignorante e achava (mesmo assim fazia ouvidos de mercador) que isso apressava a morte, avalie agora que se descobriu que a longevidade foi engarrafada e se vende em supermercado? Maravilha!


Comoremos, pois! \o/

No entanto, ‘muita hora nessa calma’, aquela frasezinha enfadonha, que nós que empurramos os pés no goró sempre ignoramos, “beba com parcimônia”, continua valendo. Não vá achando que encher a cara e sair pisando nas tampas todo santo dia vai lhe dar a vida eterna, não é bem por aí, como já se sabe o efeito pode ser contrário, é o caso das doenças provenientes do excesso de álcool (o próprio alcoolismo, cirrose, hepatite...), ou ainda dele e de suas associações perigosas (álcool + direção = acidentes, muitas vezes com vítimas fatais) que garantem mais cedo o visto pra terra dos pés juntos.

É a ciência mais uma vez nos içando das profundezas da completa ignorância. (não dou dois anos pra mudarem de ideia. tsc!)

(P.S.: abençoado seja o google tradutor. Amém! ^^)

domingo, 12 de fevereiro de 2012

“Um problema de índole social” (?)




Bom, não sei se é do conhecimento de todos, mas dia 06 de fevereiro foi/é o Dia Internacional Contra a Mutilação Genital Feminina, mesmo sendo um assunto muito cruel, é uma luta ainda com poucos holofotes voltados para ela, mesmo com tantos dados significativos de muita violência, citarei alguns:

- Pesquisas contabilizam que cerca de 150 MILHÕES de mulheres e meninas (principalmente entre os dois e quinze anos de idade) foram submetidas à mutilação genital feminina em todo o mundo;

- Cerca de três MILHÕES de meninas se tornam vítimas dessa prática a cada ano;

- A mutilação tem como principais vítimas as mulheres do sul do Saara e de 28 países africanos. Embora essa prática seja também bastante comum nos países árabes, e na Europa e na América do Norte os imigrantes regressam para seus países de origem para mandar mutilar suas filhas;

- A mutilação genital feminina (MGF) pode tanto consistir na remoção total quanto parcial de partes dos órgãos sexuais femininos;

- A infibulação: consiste na costura dos lábios vaginais e do clitóris, deixando apenas uma pequena abertura para a urina e a menstruação;

- A excisão: extirpação do clitóris acompanhada da eliminação de parte ou de todo o lábio vaginal;

- Estas mutilações acarretam uma série de conseqüências físicas e psicológicas gravíssimas, tendo seu começo com o sofrimento e a dor da mutilação, depois com o processo de cicatrização, sem contar o risco de infecções por conta dos instrumentos rudimentares de corte utilizados que podem estar contaminados (hepatite B e C, HIV), podendo ocasionar também incontinência urinária, infertilidade, complicações durante o parto e em vários casos a morte.

E alguém vem e diz: Faz parte da cultura! Realmente faz parte... Só que as culturas não podem e nem devem violar elementares princípios de direitos humanos e da dignidade humana, direito à saúde, direito do livre desenvolvimento da personalidade, direito à integridade física e mental, direito a não discriminação, do direito à vida e do direito a não ser sujeito a tortura ou qualquer outro tipo de tratamento degradante... Concordo com um argumento que li que estes casos ficam parecendo muito mais com "violações e crimes do que com tradições culturais", não é?

Todo mundo quer ser respeitado dentro da sua cultura, só que isso não parece estar longe de ser apenas uma tradição diferente? "A ideia de respeito cultural não pode atropelar o direito humano, que é absoluto e inviolável". 

E o que fica escondido (não tanto) atrás da MGF? O machismo! 

Por isso, assim como o dia 8 de março é importante, o dia 6 de fevereiro também é uma data de luta importante e que deve ser lembrada, divulgada e discutida.  Ajudem a ligar mais holofotes!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Dona Ciência, ajuda eu.



Dona Ciência,

Meu nome é Ana e eu tenho sérios problemas de relacionamentos com seres humanos. Quer dizer, não com todos, mas aqueles que me enchem me tiram toda a energia para lidar com a vida, pelo menos por algumas horas.

Além disso, não sou uma grande admiradora dos animais. Não quero que eles morram, mas sei que ser veterinária ou ir trabalhar cuidando de vaquinhas não ajudaria no meu desconforto com a vida.

Então, de repente, se existirem os tais marcianos, bem que a senhora poderia apressar essa coisa de possibilitar que os humanos se mudem para Marte. Quem sabe, com as crises existenciais dos marcianos eu consiga ter mais paciência?

Atenciosamente,

Ana B.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Manchetes que me cansam...


Sinceramente, para onde estamos indo?

Não, não vou falar da limpeza dos ministérios brasileiros... nem vou falar da volta de Two and a half man com Ashton Kutcher estrelando... nem da USP, nem de nada dessas coisas. Eu vou falar de um tipo de notícia que está me cansando mais do que os eventos do fim do mundo (lançamento do evento foi dia 21 de maio deste ano, com a "pré-fest" em 11/11/11 e com o fim agora, na virada para 2012).

Vamos lá...

O homem é um ser muito desleixado: como se não bastasse sujar a Terra, envia seus lixos para o espaço. E depois o jornal vem trazendo notícias como essa, de que alguma coisa poderá cair na sua cabeça quando você estiver andando na rua. Alguma coisa que provavelmente custou milhões de dólares mas teve a sua finalidade frustrada por causa de algum erro ou algum fator imprevisível.

Francamente!

Temos milhares de pessoas passando fome e o homem está criando engenhocas para descobrir o que há além da Terra? Ora, que criasse vergonha na cara. Não ando muito interessada na origem do Sistema Solar, eu estou mais interessada em resolver os problemas daqui da Terra.

Uma missão para uma sonda visitar a maior lua de MARTE? E por que diabos não enviam o homem na nossa luazinha outra vez? Porque foi tudo uma mentira? Tem que ver isso aí. Não aguento mais ler isso no jornal. Não aguento essas sondas e toda essa fascinação (e gastos!) pelo que há fora da Terra... sendo que tem tanta coisa interessante para explorar aqui. Para consertar aqui.

Pode ser que hoje eu esteja naqueles dias de revolta com o mundo, tudo bem. Mas que há um cansaço extremo quando eu começo a ler que lixos algo vai cair sobre a Terra, ahhh isso há!

Pensem nisso. E coloquem seus capacetes ao sair de casa.


* Este é o primeiro post de uma série de posts que escreverei sobre notícias que me cansam...

sábado, 17 de setembro de 2011

O universo e eu


Tem certas coisas que fazem eu me sentir um nada.
Sabe aquela piada dos pontinhos? O pontinho amarelo na grama sou eu!

Na quinta série a gente aprende o que é uma estrela, um satélite, que o sistema solar tem 9 planetas (ainda?) o movimento de rotação, translação, faz aquela maquete básica com bolas de isopor, e pronto!
Tudo que você precisava saber sobre o universo tá aí!

E daí vem um espanhol com um telescópio com lente mil vezes mais grossa que aquele meu óculos fundo de garrafa da 5ª série, e divulga uma foto dessas!!! Você tem noção do que são 27 MILHÕES de anos luz?

Quem somos nós nesse universo imenso?
Por que diabos a gente aprende um nada sobre um tudo? 
A gente passa 5 anos da nossa vida aprendendo equações de primeiro grau, todo ano a mesma coisa, e sobre o universo, 1 aninho só quando você tem 9-10 anos já é o bastante?
Será que eles tem algo a esconder?
Você ainda acredita que estamos sozinhos?

Por favor, incentivo à ciência no Brasil.
Única salvação!

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Motivo do fracasso no regime, pasmem, está nos neurônios

Olhe, há coisas que só a ciência mesmo inventa, ou melhor, explica. ¬¬’

Dieta da lua, dieta líquida, da sopa, da maça, disso, daquilo, todo mundo já ouviu falar em ao menos uma tipo de dieta, e toda mulher que se preze já fez uma ou várias delas pra ficar nos trinquis.

Pois bem, esqueça tudo, agora, os verdadeiros vilões da vez, da dieta mal sucedida, são os neurônios canibais... (vide notícia)

A cada nova descoberta, parece mais distante alcançar a tão almejada perda de peso. Deprimente.

Sonho com o dia em que vão descobrir que, num futuro breve, será possível emagrecer tomando muito sorvete, ou comendo muita pizza. No momento, me contento em esperar essa nova droga. ='(

sábado, 4 de junho de 2011

Hey apple! Um rim!

Chinês vende um rim para comprar o iPad 2

Jovem chinês de 17 anos vende um rim para comprar um ipad2. Segundo ele, sua "brilhante" idéia surgiu após ver um anúncio na internet, tendo em vista que esta é uma prática frequente na china em relação à sua relevância e ao que se espera ingenuamente de um país desenvolvido. Seu argumento é de que não havia dinheiro. Bem, havia um rim sobrando, nada mal não é?

Vendeu um rim para comprar um ipad2. Qualquer um poderia chamá-lo de louco irresponsável. Mas não o enxergo como um caso isolado. Não estou tentando absolvê-lo da culpa e responsabilidade ao afirmar que os valores estão doentes. Sem se apegar a moralidades, não me refiro ao que é bom ou não, mas no mínimo que se fundamente! Ou seja, a cultura do "gozar a qualquer preço" nos coloca em situações de risco.

O que acontece é que estamos anestesiados para a ruptura dos corpos que for necessária para nos fazermos sujeitos dentro do tecido que nos dobra e, desta forma, buscando o refúgio do mal-estar, criando idealizações fantásticas, que só reforçam o próprio apelo.

E mais uma coisa: que hospital aluga o departamento de urologia e não sabe o que se passa la dentro?

domingo, 17 de abril de 2011

Acendam os isqueiros, levantem as mãos e acompanhem a música...


Diz a lenda que os corações mais duros,  sejam de pedra, sejam gelados, também amolecem diante de certas canções. Dizem que os olhos mais secos, também deixam lágrimas cair ao ouvir certas melodias.  E agora, dizem os cientistas, que os baleiOs que cantam mais melosamente fazem mais sucesso com as baleias, oceano afora.

Todo mundo tem sua playlist mais açucarada... Eu tenho lá meus preconceitos musicais, mas tenho também as minhas preferidas do Roberto Carlos, curto a fossa musical eterna do Leoni, minha paixão pelo acústico da Marina Lima, etc e tal. Minha amiga mais roqueira, ouve Paula Fernandes (huhuhu) e também tenho um amigo metal \,,/ que recentemente postou Creed e Nickelback no facebook.

Não estou aqui defendendo todos os gostos musicais, seria hipocrisia visto a minha intolerância...  Só estou divagando sobre o fato de que todos nós temos nossos momentos de lama, fundo do poço e “quero morrer” ou de “que mundo lindo”, “a vida é linda” e “ai que romântico”, e musicalmente existem diversas opções para o fundo musical desses momentos, inclusive no mundo das baleias.

P.S.: Mais uma vez, eu Ana B., troquei meu dia de postar com minha amiga Laila Mirella.

domingo, 6 de março de 2011

Tá sobrando verba para pesquisa?



Eu não sei se está sobrando verba ou se está sobrando criatividade. Eu não consigo imaginar um cientista acordando e pensando: “céus, a distância do ânus ao testículo, é isso!”, e a partir daí iniciar essa pesquisa e chegar a tal conclusão. No máximo, eu consigo pensar que o cara pensa: “pow, nunca ninguém mediu isso, se eu medir  vai ser inovador, vou fazê-lo e tentar relacionar com qualquer coisa que possa me dar ibope”.

É bizarro, não é?

Aí vem essa notícia de controlar a urina e eu tenho vontade de redigir uma carta.. “Caros pesquisadores, com a bexiga cheia eu não consigo nem pensar, quanto mais tomar decisões acertadas!  Têm certeza que vocês confiam no resultado dessa pesquisa que vocês publicaram?”

Não sei se os alvos de pesquisa estão ficando escassos, ou se os cientistas andam usando alucinógenos, fica muito complicado chegar a alguma conclusão. Só acho que já deviam ter encontrado a cura do câncer, ou inventado o teletransporte, para enfim chegarem ao ponto de perder tempo com esse tipo de coisa.

Assim, todo mundo perde tempo, e investe em coisas toscas, veja como exemplo a vida amorosa da maioria dos seres humanos... mas poxa, a gente não publica essas coisas.

P.S.: Excepcionalmente, estou postando hoje, pois minha amiga Laila Mirella está acamada, convalescendo, de uma gripe terrível que só piora porque ela não consegue parar de tomar sorvete. 

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Grupo protesta conta o uso de homeopatia.

Texto baseado em:
http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/grupo-protesta-contra-uso-de-homeopatia/

Um grupo de manifestantes anti-homeopaticos resolve tomar um vidro de remédio para comprovar a ineficácia da homeopatia. Ora, já começamos mal pelo método pelo qual estes se manifestaram. O argumento é de que a homeopatia não é eficaz, de modo que, segundo sua lógica, tomando um vidro de remédios, nenhum efeito surtiria. Porém, o que se esqueceu de relevar é justamente a principal diferença do tratamento homeopático do alopático. O tratamento homeopático é feito em longo prazo para ter eficácia, até porque este é o objetivo dele. Não agredir de forma imediata o organismo do usuário. Portanto, além de uma falsa comprovação empírica, deveriam ter proposto tomar um vidro por dia, para então tirarmos a verdadeira constatação de que se trata ou não de apenas placebo, como muitos afirmam.

Porém, temos neste ato algo mais interessante do que um conflito científico, mas um movimento social. Esta é a herança da historia das ciências que transformaram a medicina tradicional em dogma. Mascarada com nome de “verdade”, a medicina tradicional passou a ser reconhecida como a única com comprovação e coerência científica de conhecimento. E, desta forma, está mais próximo de uma crença do que qualquer outra interpretação; está fora dos limites de contestação por ser sustentada por si mesma. Porém, esqueceu-se de que toda a ciência está baseada em pressupostos metafísicos sem comprovação.

O próprio conceito de vida (bios) está fora dos limites de comprovação. A própria forma pela qual ela é apresentada, a linguagem, também não é a realidade em si, apenas uma retratação de uma verdade. Bem como disse; apenas uma verdade. Não estou defendendo a medicina homeopática, até porque este não é o foco do presente texto, mas apenas considerando que, dentro da ciência podemos sim considerar que dois pontos de vista sobre um mesmo fenômeno podem se conciliar, pois não são abordados da mesma forma. Sendo assim, nem toda ciência é a realidade, mas uma versão da realidade. A realidade “em si” não está ao alcance da linguagem lógico-racional, pois trata-se de uma representação da representação, quando antes da racionalidade está as sensações e a linguagem.

O que fora lastimável nesta presente notícia, foi manifestantes defensores da medicina tradicional, que é ensinada por dogmas já admitidos, baseados em pressupostos metafísicos, contestar outra medicina por não haver comprovação. Aliás, no link abaixo segue outra notícia que tem como conteúdo também alguns estudos acerca da eficácia da homeopatia.

Pelo que sei, foi mais ou menos assim...

domingo, 6 de fevereiro de 2011

"Animais monogâmicos tendem a ficar com parceiros desinteressantes"

Inspirado em: http://migre.me/3P38h


Já haviam pensado nisso?

Sem entrar em detalhes quanto à questão do gosto, do que é bonito ou não, até porque já passei por algumas tentativas frustradas de entender o juízo estético de Kant, só tenho que concordar com ele que o belo realmente não está arraigado em nenhum conceito.

Ao ler a expressão “parceiros desinteressantes” não me veio em primeiro lugar pensar em um parceiro feio, afinal creio que alguns aspectos positivos de uma pessoa como, por exemplo, a educação, inteligência e o humor, possam de uma forma inexplicável nos causar total afeição pela pessoa e sua estética, e sejam até mais importantes do que um belo par de olhos claros, ou talvez uma silhueta de causar inveja, ou um bíceps super malhado.

O fato é que não concordo com esta tal de compatibilidade genética, pelo menos não aqui em Goiás, por aqui conheço vários casais felizes, sendo o homem bem mais desprovido de beleza do que a mulher, ou vice-versa. Também desconheço as teorias em que os animais monogâmicos têm mais chances de encontrar o par perfeito. Quem já entendeu que papai e mamãe não é parte de um casal perfeito? Caso você já tenha entendido isso, você já esteja apto a entender também que todos nós somos passíveis de comparações, e que ninguém está livre de ser acusado de ser menos interessante.

Creio que somos animais que não pertencem a esta teoria, altruísmo não é o nosso forte, ainda mais nesse caso de atração, somos tão egoístas. Não?

Desculpem pesquisadores, dizer que os feios causam estresse já é demais. Se sua mãe não é hollywoodiana e nem foi fecundada por um espermatozóide também hollywoodiano, você crescerá com o encargo de ser um feio que vai causar estresse em seu companheiro porque ao assistir TV ele irá se lamentar fortemente por não estar com aquela hollywood star em seu lugar?

Irei enviar uma ideia para esses pesquisadores, propondo outro teste, teste aonde eles irão se casar com uma mulher que julguem perfeita, que sempre conquistou tudo na vida por conta do seu charme e elegância. Duvido que o estresse não irá aumentar. Só eu que duvido?

Longe de mim estar defendendo os parceiros desinteressantes, longe de mim acreditar em monogamia. Me desculpem os Gouldian Finch mas um parceiro interessante é fundamental.