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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Deita lá, Tia Claudete

Eu juro que eu queria escrever algo mais sério aqui, nessa semana que passou nós tivemos histórias arretadas, não foi? 'Comemoração' do atentado do dia 11 de Setembro, o fracasso das escolas públicas no ENEM, e por aí vai. Mas eis que dia 14 (quarta-feira), a Tia Claudete fez o favor de aprontar uma gafe digníssima que ganhou a postagem de sexta-feira, e olha que eu não sou de ficar procurando bobagens para colocar aqui (tá bom, sou sim). Mas veja bem, eu não sei ser séria.

Esses programas que as pessoas sentam nas poltronas ou em cadeiras e ficam falando das revistas que estão circulando é demais né, gente? Tais programas ou apresentadores desses programas tem o dom de nos envolver, em demasiada, intensidade. Eles sabem tanto da vida das pessoas que estão falando, que chega a ser uma motivação para todas as tias que ficam nas janelas por conta de saber o que acontece pela vizinhança. 

Só que, às vezes, é bom se ligar para não falar bobagem.
Após Tia Claudete mandar um beijo para a Atriz Brasileira (falecida), Leila Lopez, eu concluí que quem muito canta (de entendido) desafina por demais.
Então, faz assim pra gente.. Deita lá Tia Claudete, já que sentada você está falando besteira demais.

OBS: pior é ver a cara de assustado do rapaz que está lá com ela.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

A fofoca tem poder?


Manchete de Ontem: O poder da fofoca.

Ai, a fofoca... Olhando o nomezinho, parece algo bem fofinho, lembra foca, lembra fofo.... Mas é?

Não vou negar que já fiz fofoca na minha vida, acho que todo mundo já fez alguma fofoca na vida, mas falemos dos fofoqueiros crônicos, aqueles que andam longe pra saber de um babado... Aqueles que aumentam tudo, inventam tudo, etc e tal. (Soube de um que é capaz de te convencer que você cometeu um assassinato e de que ele testemunhou).

Certa noite, eu comentei um fato com uma fofoqueira e no café da manhã do dia seguinte ela já havia passado a informação adiante. Há poder nessa fofoca? Claro que há... O poder de fazer que eu me afaste de pessoas assim.

E aí me acusam de julgar tal pessoa como “um nada”, de não ter consideração por ela. Devo me sentir um monstro por não estar nem aí? Eu não me sinto falsa, má, impetuosa nem nada por isso. Eu espero que a pessoa seja feliz, que mude, amadureça, bla bla bla... Mas eu preciso receber muita pancada na cabeça pra passar a ter consideração por alguém assim.

Desculpe se não sou a Madre Tereza dos círculos sociais, e é preciso estabelecer limites e selecionar pessoas, pessoas de confiança, e pessoas fofoqueiras não são pessoas de confiança.