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domingo, 13 de janeiro de 2013

Brasileira de 15 anos está presa nos EUA

Manchete de Ontem: Turista brasileira deve ficar 3 meses presa



É o fim da picada do Tio Sam!!!
A menina de 15 anos estava indo para Miami passar uns meses com a tia-avó.
Ela tinha autorização da mãe e do juizado brasileiro para tal.

Ela tinha visto do consulado americano válido por 6 meses.
Ela comprou a passagem, viajou e no momento de pouso do avião as autoridades prenderam a menina e levaram ela para a FEBEM dos EUA.

Ninguém se deu ao trabalho de explicar pra senhora tia-avó que estava esperando no aeroporto, o que aconteceu, a menina simplesmente nunca desembarcava.

Passam-se 40 dias que ela está presa e não poderá sair até março quando será a audiência com o juiz!! 
Ninguém explicou à família até hoje qual foi o motivo da prisão.

Dilma, interfere aí, porque os diplomatas meia-boca de Miami não deram conta...

sábado, 24 de novembro de 2012

O xixi e a sustentabilidade




Vou contar uma coisa, essas meninas que pensaram em algo tão simples como fonte de energia foram geniais, mais uma prova de que “a necessidade é a mãe da criatividade”, porque pense num negócio viável esse de “xixi energético”!

E digo mais, deve ter dado o maior orgulho em seus professores, pois boa parte dos estudantes nessa faixa etária só pensa “m*rd@” e não encontra uma utilidade para ela. 


terça-feira, 23 de outubro de 2012

A pílula da padronização



Eu demorei 1 ano e 7 meses para andar.
Sim, 365 somados com mais ou menos 210 dias para andar.
Mas andei, feliz. Meio sonsa, mas feliz.

Eu não entregava as tarefas nas datas previamente designadas pela professora. Nem levava a tesoura no dia de aulas de artes. E vestia o biquíni e o roupão no dia errado, em que eu achava que era dia de piscina. Mas aprendi a ler, a escrever, a somar, dividir, diminuir, multiplicar e tudo que deveria aprender. E me formei no ensino básico.

Eu fui uma adolescente um pouco rebelde, de unhas pretas, cabelo às vezes colorido, ouvia o bom e velho rock'n'roll em alto e bom som. Como toda adolescente. Na medida que meus hormônios foram se acalmando, fiquei mais alternativa. E me formei no ensino fundamental e no ensino médio, ainda que continuasse a entregar tarefas e trabalhos atrasados... e a tagarelar bastante nas aulas.

Nunca me dei bem com esportes, mas tirei o primeiro lugar em concursos de desenho, poesia, de música.

Eu não sabia bem o que fazer profissionalmente, cursei Direito e saí do curso meio sem saber como lidar com a vida adulta e com o diploma que eu tinha em mãos. Tive época de insônia e ansiedade.

Você acha algo anormal nisso tudo?

Demorei, mas andei. Reprovei, mas formei. E daí?

Daí que um belo dia eu acreditei que eu tinha um transtorno! Mas hoje não acredito nisso mais.

Transtornos, como o TDAH, acredito que são meras invenções para se adequarem crianças diferentes a um padrão; pessoas diferentes a um padrão. Estamos longe de saber lidar com a diferença! 

É mais fácil enfiar uma pílula pequena e branca boca abaixo do que mudar o ambiente de alguém que é, simplesmente, diferente. O sistema criou um padrão, a escola criou um padrão. Tudo é padronizado. Adaptar custa caro! Então vamos criar uma medicação para adequar os humanos: não o ambiente!

Um baixo rendimento escolar poderia ser resolvido com adaptações. Mas vamos adaptar o humano, quimicamente.

E assim o uso do medicamento vai crescendo, aumentando, em busca de uma padronização de pessoas. Porque o diferente, neste mundo absurdo, não é normal.

Reflitam!

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Coisas simples e legais que você pode fazer por sua mamãe

Jovem que sumiu no Rio após marcar encontro na web reaparece.

"O estudante Sérgio Martins Filho, de 14 anos, que estava desaparecido desde a última sexta-feira (1º), foi encontrado no fim da noite desta quarta-feira (6). As informações foram confirmadas pela Polícia Civil. Segundo os agentes, o jovem foi localizado perto de uma boate em Madureira, no subúrbio do Rio. Um homem que estava com ele foi detido."

Então você é um mlk 666 from hell cheio das amizades maneiras e repleto de amor pra dar. Vai pra escola todo dia, sábado e domingo solta pipa e joga bola. Gosta muito de ficar no computador, usando a internet que sua mamãe luta todo mês pra pagar, isso sem falar no gasto com energia elétrica, as parcelas do computador e mais um monte de outros carnês e boletos que você nem faz idéia que existem, mas que ela paga. Pô, bacana.

E ela faz tudo isso. É. Mas é chata, né? Com a sua idade, toda mãe é chata.

Ela é meio chatinha mesmo.

Mas tem essa galera das ~redes sociais~, eita galera danada de legal. EITA GALERA BACANA. Pessoal marcou um bonde nervoso e você não pode perder. Vai ter até umas novinhas, uns boys magia, um pessoal assim, sangue bom mesmo. Você vai, não vai? Claro que vai.

Mas antes, faz um favor aí pra nós? Na moral? Avisa a mamãe. Avisa, senão a pobrezinha vai ficar que nem louca atrás de você. Mãe é chatinha mesmo, fazer o que? Mãe é tão exagerada, capaz de botar polícia atrás, chamar a imprensa. E você, que só queria se divertir, vai passar carão na frente dos coleguinhas todos e voltar pra casa de camburão. É pouca zuera?

Quer ir ali dar uma picotada, dançar até o chão, arrepiar as morenas? Avisa a mamãe. Aproveita e ouve os conselhos dela também. Ah, já que tá nessa vibe, arruma um emprego também, pra ajudar a pagar o mercado. Sabe? Coisas simples e legais que você pode fazer por sua mamãe. Não é por nada, não é que você seja um adolescente sem noção e inconsequente. É que mãe é meio chatinha mesmo. Faz isso por ela.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

De quem é culpa?

Adolescente suspeito de cometer homicídio é detido...

Casos assim, de adolescentes, e até mesmo de crianças, envolvidos em crimes hediondos estão constantemente nas manchetes por aí afora, mas, de quem é a culpa?

Dos pais que não estão educando os filhos, tanto quanto deveriam (ou o quanto, muitas vezes, queriam que a escola o fizesse) ao ponto deles, a exemplo da notícia à cima, se transformarem em verdadeiros monstros?

Da escola que não ensina o conceito e, assim, não estimula a prática de civilidade?

Ou ainda do governo, que não dá condições adequadas para que pais e escola desempenhem bem o seu papel na formação desses futuros adultos (isso se chegarem a essa fase)?

Difícil encontrar as respostas?

Pois é...

O pior de tudo é que algo deve ser feito, e urgentemente, mas por onde começar?